Amgs lembrei da responsabilidade jurídica e apaguei o post anterior.
A vida corporativa é esse grande monte de bosta mesmo.
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E daí que esse blog já foi de um tudo? Bem colcha de retalhos mesmo. Na verdade a minha vida é uma colcha de retalhos. Em minha mente há momentos em que me lembro, ou penso lembrar de fatos, pessoas e lugares que nunca existiram. Ou existiram, só que na minha mente foi bem melhor. Tipo Inception. Tipo maluquice. Enfim. Mais um caminho para este blog é aberto. Eu infelizmente não tenho mais tempo para procurar notícias, fazer aqueles posts enormes e tals. Mas tenho que ter algum lugar para escrever meus textos chatos. Tipo aquele caderno bacana que minha mãe me deu na adolescência para que colocasse tudo o que sentia em naquelas brancas páginas. Sim, filosofia antiga, mas quer saber? Deu certo e me viciou. Agora corro eu para escrever o que sinto, sendo bom, sujo ou apenas errado.
Tipo maluquice mesmo.
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Que todo nerd que se respeite assistiu a todos os filmes De Volta Para o Futuro e sonha com essa possibilidade todo mundo sabe e até compartilha o sonho. Daí que esse maluco George Clarke, um produtor/ ator/ faz tudo pela sétima arte, encontrou nos extras do filme O Circo, de Charlie Chaplin, lançado em 1920, uma mulher que passava no dia da estréia do filme… wait for it… falando em um… wait for it… CELULAR!
Veja o vídeo:
O primeiro aparelho deste tipo apareceu em 1973 por Martin Cooper, da Motorola. Lembrando, esse filme é de 1928!
Tem a maior cara de hoax, mas até que se prove contrário…
Posted in Bizarrices, Cinema | Tagged celular, charlie chaplin, george clarke, i want to believe, o circo, the circus, time traveller, viajantes do tempo | Leave a Comment »
De 15 a 17 de junho acontece o Electronic Entertainment Expo lá em Los Angeles e você já pode anotar em sua agendinha as coletivas das gigantes Microsoft (14/06, manhã), Nintendo (15/06, manhã), Sony (15/06, tarde) e uma exclusiva do Project Natal (15/06, tarde). No site http://www.e3expo.com/ poderemos acompanhar ao vivo tudo isso! Quer dizer, vocês poderão, eu estarei trabalhando. Mas é claro que depois postarei tudo aqui, depois que já não for novidade pra ninguém
Minhas expectativas para essa E3? Project Natal, aquele negócio do capeta, a Live no Brasil (com certeza não poderemos transferir nossas contas atuais, mas né?) e claro a Nintendo. Eu não desisto. Quanto aos jogos, o que chamou a minha atenção (e a de todo o mundo) foi Deus Ex: Human Revolution, com seu visual incrível e mais nada. Mais nada porque não gosto de ver trailers ou ler muito sobre o evento antes. Prefiro a surpresa.
O Arena Turbo está com um time de peso (o gordo do Gus está lá hehe) lá no evento e não vai deixar nenhuma notícia passar despercebida!
***UPDATE***
Lá vão mais links para acompanhar a conferência da Microsoft hoje, que começa às 14:30!
Gamespot e claro Xbox.com O Youtube.com/E3 também transmitirá o evento. Espero que a qualidade seja igual ou melhor a aquela do show do U2.
Posted in Games | Tagged arena turbo, deus ex: human revolution, e3 2010, game, i want to believe, ig, microsoft, nintendo, press conference, project natal, sony, xbox live no brasil | Leave a Comment »
EXTRA! EXTRA!
Lady Gaga em passagem pelo Brasil foi conhecer as tão famosas tribos indígenas de nosso país em busca de inspiração para um novo hit parade. O que não estava nos planos da loira lôca era se apaixonar pelos corpos morenos avantajados e trabalhados no sol dos índios brasileiros. Fontes confiáveis informam que um dos vários amores de Lady G foi um índio de nome Alessandro, o que explica o nome da nova música da loira musa.
Tudo indica que a dança indígena apresentada a partir do 3:12 é uma homenagem nada velada ao grande amor proibido da cantora, bem como o corte de cabelo trabalhado na tijela. Amor proibido pelo IBAMA, que não permitiu que a loca do pop ficasse na tribo por mais de uma semana, tempo suficiente para que os pobres índios fossem viciados em orgias regadas a muito urucum no pau brasil.
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O shopping Cidade Jardim teve um dia atípico. Fãs, admiradores e teorizadores de Lost de todos os lados de São Paulo e até de fora da cidade da garoa invadiram a Livraria da Vila para conversar e claro, criar mais teorias malucas sobre a série que mais rendeu (valores, notícias, brigas) nos últimos tempos.
Organizado pelos amigos do blog Teorias Lost, o evento chegou em sua terceira edição com ares de que ainda vem muito para o futuro. O evento não ficou focado em apenas uma pessoa ou grupo. Como mediador das discussões @LecoLeite conduzia a conversa e muitas vezes dividia o cargo com seus colegas @nanamelon, @hofnik, @pedrovisky, @Foxmuld3r e @samaralis para controlar e também provocar a platéia que no início estava contida mas depois interagiram bastante no evento.
Como só discussão não segura evento, esse ano foi a vez do grupo Sintonia Sonora apresentar duas músicas. A primeira foi Downtown e para fechar Make Your Own Kind Of Music, que você pode conferir aí embaixo.
Muitos brindes e teorias furadas garantiram a alegria da galera. Teorias como a existência do Monstro de Fumaça antes do irmão do Jacob entrar na gruta da Luz, a falta de um episódio mostrando como o Vincent via tudo aquilo e claro a discussão para saber sobre o quão especiais eram Aaron e Walt para a Ilha. O mais legal de tudo foi a educação e clima de amizade no evento. Ponto positivo para os organizadores e claro, os presentes!
Um ótimo evento e tomara que cresça muito para que no próximo ano tenhamos mais uma reunião daqueles que não conseguiram “let it go”.
Posted in Séries, Tá Aí | Tagged dharma day 3, downtown, evento, livraria da vila, make your own kind of music, shopping cidade jardim, sintonia sonora, teorias lost | 2 Comments »
Acabou.
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E então no final o grande propósito de tantas dores, sacrifícios, mortes, amores, separações, enfim tudo aquilo serviu para ensinar os personagens a simplesmente seguir adiante. Sendo mais específico, a Ilha é um lugar atemporal com vontade própria e força misteriosa incompreendida pelo homem, que ao mesmo tempo a possui em seu interior. Um pouco de divino, ou o milagre da vida. Esse lugar especial precisa ser protegido.
Cafona, mas assim como nossos próprios corações, a nossa alma deve ser protegida do mal, assim é a Ilha. Durante seis anos acompanhamos Jack, Locke, Kate, Sawyer, Hurley, Charlie, Claire, Sun, Jin, Ben, Richard, Juliet, Mr Eko, Walt, Michael, Desmond, Miles, Lapidus, Vincent e tantos outros que tiveram seu caminho cruzado pela Ilha que de personagens se tornaram pessoas com quem se importar. Se o objetivo de terem chegado ali era substituir Jacob, hoje sabemos que qualquer um deles poderia ser o “novo Jacob” e continuar no trabalho de proteger a Ilha. Jack o fez porque era o predestinado. Ele já havia andado no caminho cético da ciência e pela cegante e incompreensível luz da fé. Compreendeu pela dor que apenas equilibrando esses dois caminhos é possível ser feliz, e claro, com amigos por perto dando apoio. Por seis temporadas fomos enriquecidos com teorias de viagem temporal, signos de civilizações perdidas, a grande questão sobre destino e livre arbítrio para no final descobrimos que tudo era apenas o caminho de cada um até a grande luz. Por um momento a Ilha foi real para todos eles. Os do vôo 815 da Oceanic realmente caíram naquele lugar especial (por algum motivo real?) e as aventuras ali vividas foram reais. Os Outros, o povo do templo, a Dharma. Tudo existiu. Lições foram aprendidas e o final chegou. Jack cumpriu sua missão, passando a responsabilidade para Hurley, que também a cumpriu e possivelmente a passou para Ben Linus que passou para o próximo e assim por diante. Assim como eu e você, tudo chega a seu fim.
Mas se todo o aprendizado obtido sobre viver em equilíbrio para no fim seguir adiante até a incompreensível e cegante luz da fé deixando para trás a ciência e o tangível, não seria isso um pouco fora do roteiro? Para mim os últimos dez minutos de Lost foram decepcionantes. Lost sempre nos ensinou que as questões eram melhores que as respostas, e nessa temporada recebemos a mensagem de que perguntas só geram mais perguntas. Então para que jogar com respostas tão místicas, algumas delas nunca antes discutidas justo na reta final? Não acho que uma resposta ecumênica e sentimentalista fora a melhor escolha. O que mais não entendo nesse final é essa vontade de acabar ao melhor estilo novelão. Colocar um ponto final forçado, baseado nas lágrimas do espiritualismo realmente foi a melhor escolha? Que Lost sempre foi sobre pessoas nunca foi segredo para ninguém e os flashsideways serem a imagem do Purgatório para os amigos que estavam na Ilha é como se os próprios produtores nos avisassem “Isso vai acabar, portanto façam como eles, aceitem e sigam em frente!”. Tudo bem, aceitamos, mas e a coerência com a história antes contada? Somente a mensagem de que devemos cuidar daquilo que cativamos para levar um pouco dessa essência dentro de nós eternamente é válida, mas não da forma como foi apresentada. Lost para mim sempre foi algo pessoal, cada indivíduo tem sua interpretação, por isso prezo a série que se tornou uma experiência. Como sendo algo pessoal não o aceito e crio o meu:
“Jack é o novo Jacob tendo Sawyer como seu novo Richard. Os dois conseguem derrotar FLocke usando os poderes da Ilha com a ajuda de Desmond, o único capaz de descer à Luz sem ser afetado. Tal qual um gênio da lâmpada, o Fumaça retorna para dentro da Luz, deixando o corpo de Locke para poder descansar em paz. Com a derrota de FLocke as duas realidades se separam e apenas os envolvidos no vôo 815 tem a consciência universal dos acontecimentos”.
Mas infelizmente a realidade é uma messalina de baixo nível e unhas vermelhas pintadas há três semanas.
Claro, os últimos dez minutos de Lost não invalidam todas as outras cinco temporadas e muito menos esta sexta e última. Lost ainda é a série que movimentou os anos dez do segundo milênio, fazendo com que questões filosóficas, religiosas e científicas fossem discutidas até altas horas. Fora as discussões sobre legalidade e liberação de conteúdo através da internet. Lost veio para ser a Star Wars de uma geração confusa em fazer juízo de valores.
Meus parabéns a JJ Abrams, Demon Lindelof, Carlton Cuse e claro Michael Giacchino, que por muitas vezes amarrou as pontas da história com arranjos musicais primorosos. Vocês conseguiram pegar na mão dos fãs e questionar o que eles queriam na série. Foram levantadas perguntas nunca antes feitas para uma nação inteira e quando essa audiência se acostumava com a situação, os produtores fizeram o mais simples, seguir a jornada os deixando-nos com mais perguntas ainda. Parabéns!
Posted in Séries | Tagged 6x17 e 18 - the end, ack, ben, charlie, claire, desmond, ecumenismo, flocke, hurley, jacob, jin, juliet, kate, Lapidus, locke, lost, meu final, michael, miles, Mr Eko, richard, sawyer, sreries finale event, sun, Vincent, walt | 3 Comments »
Seis anos se passaram e a grande pergunta que nos fizemos sempre foi Por que eles? A resposta já havia sido dada lá atrás, na terceira temporada. Fora da Ilha eles não passam de sujeitos imperfeitos, errados. Estão fadados a fazer as escolhas erradas porque assim aprenderam a ser. A Ilha representa esperança. Não só para eles mas para algo maior, inexplicável (por enquanto). Aprender a aceitar, deixar de lado. Aprender que nem tudo está sob seu controle e que as pessoas possuem livre-arbítrio, podendo decidir o que se tornar, que caminho trilhar. Podemos dizer que os personagens que menos se machucaram ou machucaram outros foram Rose e Bernard, que logo entenderam que a Ilha oferecia algo para eles, uma Luz amiga caso soubesse utilizá-la. Entenderam e aceitaram seus ensinamentos, mesmo sem compreender o porque, passaram a viver em harmonia com a Ilha deixando o caminho livre para aqueles que ainda necessitavam aprender o que vieram aprender pela dor. Este penúltimo episódio é o que já esperávamos. Desmond é o sistema de segurança da Ilha preparado por Jacob, por isso as regras não se aplicam nele, um coringa nesta viagem. Jack finalmente acorda e assume a posição de Jacob, se tornando o guardião da Ilha por tempo indeterminado. Descobrimos que ter o nome riscado da lista de Jacob nada significa. É apenas giz, podendo ser apagado e reescrito, tal qual o Livro da Vida que as Escrituras Sagradas nos contam que Deus possui. Seu nome pode ser escrito, apagado e reescrito. Seus atos é que dizem quem é você. Dizem que o dia da morte da pessoa é o mais feliz. Que é quando finalmente podemos dizer quem foi a pessoa, que nome ela construiu. No domingo ficaremos felizes com a morte de Lost, a série que construiu um belo nome para si.
E Ben volta a permitir que sua sede de vingança se apodere de sua mente, sendo os braços perfeitos de FLocke. Esse é o fim de Widmore, que teve a ajuda de Jacob para retornar a Ilha. Como dito acima, a lista nada mais é do que uma simples lista.
Será que este foi o fim de Richard Alpert? Nem o personagem nem nós merecemos um fim tão rápido e banal.
E então Kate? A decisão de ficar ou não na Ilha é sua. Quem é você?
Fora da Ilha vemos Desmond ainda ajudando os passageiros do vôo 815 da Oceanic a acordar para a realidade a que realmente pertencem. Seu objetivo ao acertar Locke era de auxiliá-lo, derrubando a teoria de que se ele morresse na realidade paralela algo aconteceria ao Monstro. Os planos de Des são outros.
Como pode o mesmo personagem mudar tanto? A atuação de Michael Emerson é impecável. Acreditamos que sem o contexto da Ilha Benjamin Linus pode se entregar ao amor e finalmente criar sua “filha”, a pessoa que ele escolheu para criar e reciprocamente receber amor. Sempre desconfiei que na verdade Ben amava Danielle Rousseau. Amo os dois Benjamins.
Ou FLocke sai da Ilha ou a destruirá. Destruir a Ilha? Será mesmo que é isso o que você quer, FLocke? Será que você consegue? A resposta somente no dia 23 de Maio.
E não se esqueçam do Dharma Day 3, que ocorrerá no dia 30! Mais informações aqui. Não sabe o que é o Dharma Day? Veja como foi o evento no ano passado no meu blog antigo.
Posted in Séries | Tagged 6x16 what they died for, benjamin linus, brinquedo quebrado, desmond, imperfeição, jack, livro da vida, lost, richard alpert, sistema de segurança | 4 Comments »